terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Roubar GELO é crime???

Se for da geleira Jorge Montt na Patagonia, é crime sim.

A polícia do Chile descobriu na última semana o roubo de cinco toneladas de gelo milenar proveniente do glaciar Jorge Montt na região de Aysen, a 1.700 km de distância de Santiago.
O crime ocorreu dentro do Parque Nacional Bernardo O'Higgins e uma pessoa foi detida na última sexta-feira (27) -- o motorista de um veículo refrigerado que transportava a carga.
Nesta fiscalização foi detido um caminhão frigorífico onde estavam as cinco toneladas de gelo, que seriam vendidas de forma ilegal e estavam avaliadas em US$ 6.200 (cerca de R$ 10.760).

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Dia Nacional do FUSCA

O ARACNO blog não poderia deixar passar em branco esse dia.
 O Dia Nacional do Fusca.

Personagem principal na vida de muita gente, que até hoje pensa em ter ou que já teve e é claro, aqueles que os guardam com tanto carinho, o Fusca é o carro mais popular do mundo.
Trazido ao Brasil em 1950, importado da Alemanha, e só veio a ser produzido 9 anos depois no Brasil, seja como for o Fusca rodou o mundo, e ainda vive pra contar histórias, tentaram reinventar com o New Beetle, mas o charme da majestade nunca deixou cair a coroa.
ARACNO blog, deixa aqui uma homenagem ao Fusca e a todos os seus apaixonados. “Bi Biiiiiiiiiii”.

Aqui um site de apaixonados por FUSCA, acesse: http://www.fuscaherbie.com.br/

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Magnífico Edifício Selvagem

Projeto Magnífico de J. Koen Olthuis, o Edifício Selvagem

O arquiteto holandes, J. Koen Olthuis, criou 'árvore marinha', partindo do princípio de que projetos urbanísticos não devem ser destinados apenas a seres humanos. Em vez de usar o espaço urbano para construir estruturas apenas para os seres humanos, o arquiteto o resolveu pensar em projetos urbanísticos também para a vida selvagem."Quanto mais construímos, mais deslocamos a flora e a fauna", justificou o arquiteto. Daí a ideia de construir algo destinado apenas a animais e plantas. "Há pouco espaço nas cidades grandes, mas ainda podemos aproveitar a água", disse à BBC Brasil.

Assim surgiu a Sea Tree ("árvore marinha", em tradução livre), uma construção de cerca de 30 metros de altura (mais cerca de 6 a 8 metros sob a superfície) que tem como objetivo servir de refúgio para plantas, animais marinhos e pássaros, por exemplo.

A estrutura do projeto é semelhante à de uma usada para construir plataformas de petróleo no mar, mas serve para grandes rios e lagos urbanos. O custo, estima, é de cerca de US$ 9 milhões (R$ 16 milhões), "mas estamos tentando barateá-lo".

Olthuis argumenta que projetos como esse podem aumentar a fauna e flora das cidades grandes, ajudar a limpar rios poluídos e absorver a água da chuva.



Este projeto, é magnífico em todos os sentidos, começa pela arquitetura, a capacidade de se criar um eco sistema completo e totalmente independente. Com toda essa estrutura, animais que causam doenças e trazem mal aos seres humanos, deixariam de se refugiar em casas para ir onde tem tudo o que eles precisam. Olthuis, não é melhorou, mas deu uma alternativa que pode salvar a vida na Terra, humanos e animais em harmonia.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

VOCÊ, é o maior Brasileiro de todos os Tempos

O Maior brasileiro de todos os tempos é VOCÊ!

A votação que está sendo feita sobre o Maior brasileiro de todos os tempos é pra você, que está lutando por um Brasil melhor, pra você que está com a casa alagada, pra você que paga todos os impostos e ainda consegue sobreviver com seu salário. Para ser o Maior brasileiro de todos os tempos, basta uma votação? O seu nome está na lista? Para aqueles que querem realmente votar no brasileiro, vote em si mesmo. Vote no Povo Brasileiro, que luta dia a dia pra sobreviver a bandidagem das ruas e do governo. Acesse o Link, http://www.sbt.com.br/omaiorbrasileiro/ e na hora de escrever o nome escreva: POVO BRASILEIRO, afinal, VOCÊ merece o título de O Melhor Brasileiro de Todos os Tempos.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Aquecimento global ou Era Glacial?

Aquecimento global ou Era Glacial
Qual o ser humano vai escolher? Aquecimento global pode evitar nova Era Glacial


Cientistas estão afirmando que as emissões de dióxido de carbono (CO2) causadas pela ação do homem irão retardar o início da próxima Era Glacial.
Segundo os estudiosos, os gases causadores do efeito estufa, entre eles o CO2, emitidos pelo ser humano estão na base do fenômeno do aquecimento global.
A última Era Glacial terminou há 11.500 anos, e os cientistas vêm há tempos discutindo quando a próxima começaria.
Os pesquisadores usaram dados da órbita da Terra e outros itens para encontrar o período interglacial mais parecido com o atual.
Em um artigo publicado na revista Nature Geoscience, eles afirmam que a próxima Era Glacial poderia começar em 1.500 anos, mas que isso não acontecerá por causa do elevado nível de emissões de gases de efeito estufa.
"Nos atuais níveis de CO2, mesmo se as emissões parassem agora teríamos provavelmente uma longa duração interglacial determinada por quaisquer processos de longo prazo que poderiam começar para reduzir o CO2 atmosférico", afirma o coordenador da pesquisa, Luke Skinner, da Universidade de Cambridge.
O grupo de Skinner, que também inclui cientistas da Universidade College de Londres, da Universidade da Flórida e da Universidade de Bergen, na Noruega, calcula que a concentração atmosférica de CO2 deveria cair para menos de 240 partes por milhão (ppm) para que a glaciação pudesse começar.
O atual nível de CO2 é de cerca de 390 ppm, e outros grupos de pesquisadores já mostraram que, mesmo se as emissões parassem instantaneamente, as concentrações se manteriam elevadas por pelo menos mil anos, o suficiente para que o calor armazenado nos oceanos provocasse potencialmente um significativo derretimento do gelo polar e o aumento do nível do mar.

Ciclos de Milankovitch

A causa básica das transições entre as Eras Glaciais e os períodos interglaciais são as variações sutis na órbita terrestre, conhecidas como ciclos de Milankovitch, descritas pelo cientista sérvio Milutin Milankovitch há quase um século.
Essas variações ocorrem em períodos de dezenas de milhares de anos.
A maneira precisa como elas mudam o clima da Terra entre os períodos interglaciais, mais quentes, e as Eras Glaciais, a cada 100 mil anos mais ou menos, não é conhecida.
Por si só, as variações não são capazes de levar a uma diferença de temperaturas de cerca de 10 graus Celsius entre a Era Glacial e o período interglacial.
As pequenas variações iniciais são amplificadas por vários fatores, incluindo o lançamento de dióxido de carbono na atmosfera, quando o aquecimento começa, e a absorção do gás pelos oceanos, quando o gelo se forma novamente.
Também está claro que cada transição é diferente das anteriores porque a combinação precisa de fatores orbitais não se repete exatamente - apesar de condições muito semelhantes acontecerem a cada 400 mil anos.
As diferenças de um ciclo para o seguinte seriam a razão de os períodos interglaciais não terem sempre a mesma duração.

Transição para Era Glacial

Usando análises de dados da órbita terrestre, além de amostras de rochas retiradas do fundo do oceano, a equipe de Skinner identificou um episódio chamado Estágio Marinho Isótopo 19c (ou MIS19c), há 780 mil anos, que se parece muito com o presente.
Segundo eles, a transição para a Era Glacial foi sinalizada por um período quando o esfriamento e o aquecimento se revezaram entre os hemisférios norte e sul, provocados por interrupções na circulação global de correntes oceânicas.
Se a analogia ao MIS19c for correta, essa transição deveria começar em 1.500 anos, segundo os pesquisadores, se as concentrações de CO2 estivessem em níveis "naturais".
As conclusões mais amplas dos pesquisadores foram endossadas por Lawrence Mysak, professor-emérito de ciências atmosféricas e oceânicas na Universidade McGill, em Montreal, no Canadá, que também investigou as transições entre as Eras Glaciais e os períodos interglaciais.
"A questão-chave é que eles estão olhando para 800 mil anos atrás, o que é duas vezes o ciclo de 400 mil anos, então eles estão olhando para o período correto em termos do que poderia ocorrer sob a ausência de forças antropogênicas", disse ele à BBC.
Mas ele sugeriu que o nível de 240 ppm de CO2 para provocar a próxima glaciação poderia ser muito baixo. Outros estudos sugeriram que esse nível poderia ser 20 ou até 30 ppm mais alto.
"Mas em todo caso, o problema é como chegamos a 240, 250 ou o que quer que seja? A absorção pelos oceanos leva milhares ou dezenas de milhares de anos, então não acho que seja realista pensar que veremos a próxima glaciação na escala natural", explicou Mysak.

Briga política

Grupos que se opõem à limitação das emissões de gases do efeito estufa já citam o estudo como uma razão para apoiar a manutenção das emissões humanas de CO2.
O grupo britânico Global Warming Policy Foundation, por exemplo, cita um ensaio de 1999 dos astrônomos Fred Hoyle e Chandra Wickramasinghe, que argumentavam: "A volta das condições da Era Glacial deixaria grandes frações das maiores áreas produtoras de alimentos do mundo inoperantes, e levaria inevitavelmente à extinção da maioria da população humana presente".
"Precisamos buscar um efeito estufa sustentado para manter o presente clima mundial vantajoso. Isso implica a habilidade de injetar efetivamente gases do efeito estufa na atmosfera, o oposto do que os ambientalistas estão erroneamente defendendo", dizem.
Luke Skinner e sua equipe já antecipavam esse tipo de reação.
"É uma discussão filosófica interessante. Poderíamos estar melhor em um mundo mais quente do que em uma glaciação? Provavelmente sim," observa ele.
"Mas estaríamos perdendo o ponto central da discussão, porque a direção em que estamos indo não é manter nosso clima quente atual, mas um aquecimento ainda maior, e adicionar CO2 a um clima quente é muito diferente de adicionar a um clima frio", diz.
"O ritmo de mudança com o CO2 é basicamente sem precedentes, e há enormes consequências se não pudemos lidar com isso", afirma.

Bibliografia:

Determining the natural length of the current interglacial
P. C. Tzedakis, J. E. T. Channell, D. A. Hodell, H. F. Kleiven, L. C. Skinner
Nature Geoscience
09 January 2012
Vol.: Published online
DOI: 10.1038/ngeo1358
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